sábado, 30 de junho de 2012

BOM FINAL DE SEMANA A TODOS OS AMIGOS DA REVISTA PERSONA

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Walmir Borges e MV Bill - Marginal Menestrel

FASES DA LUA

LUA CRESCENTE

Cerca de sete dias e meio depois a Lua desloca-se 90° em relação ao Sol (direção Leste) entrando em quadratura (ângulo de 90 graus, vórtice em relação à Terra) ou primeiro quarto. É a fase quarto-crescente. A cada dia, a luminosidade lunar aumenta, e sua face torna-se mais visível. Ideal para rituais para dar continuidade e crescimento.
Esta fase Lunar representa uma desarmonia de qualidades.Temos que lutar para que nossos projetos e intenções venham a vingar.Começam a surgir obstáculos e é hora de serem enfrentados em prol de nossas realizações.Não é hora de desistir nem desaquecer.É um período de bastante movimento, em que as coisas se aceleram, mas ainda não ganharam forma.Ainda há tempo de fazermos mudanças necessárias ou de corrigir algumas abordagens.Porém, nem tudo vingará. O padrão que predominar na Lua Crescente é o que irá progredir durante todo ciclo lunar. É preciso, então, prestar bastante atenção à natureza deste padrão; se for positivo (crescimento do sucesso), se for negativo (crescimento dos obstáculos).

Trabalho e Finanças
  • Bom para começar trabalhos novos;
  • Se temos uma idéia ou um plano suficientemente elaborados, este é o momento de executá-los e testar a sua viabilidade;
  • Para ter maior sucesso nos empreendimentos, acelere o ritmo do trabalho;
  • Concentrar e focar esforços. Não quebrar o ritmo;
  • Aquisições e compra de imóveis são beneficiadas;
  • Ideal para se abrir poupança, iniciar investimentos, cobrar dívidas, pedir aumento e começar um novo trabalho.
  • Não corte a grama do seu jardim, ela crescerá mais rápido se o fizer.
Saúde e Beleza
  • Favorável a dietas para ganhar peso e tratamentos para se elevar taxas de deficiências no organismo;
  • Ideal para cirurgias pois há melhor cicatrização;
  • Fase da Lua particularmente benéfica para fertilidade e gestação;
  • Ideal para os tratamentos de beleza;
  • Indicado para corte de cabelo, onde se deseje um crescimento rápido;
  • Indicado para tratamentos de acupuntura;
  • Bom para eliminar a tintura ou permanente dos cabelos.
Relacionamentos
  • Favorável para os romances;
  • Relacionamentos iniciados aqui tem maiores chances de durar;
  • Bom para conquistas;
  • Favorável para atividades onde se deseje o comparecimento de grande público.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

PESSOAS SOZINHAS SÃO MAIS INTELIGENTES

Pessoas sozinhas são mais inteligentes, veja!

Divulgação - publicada em 23. 1. 2012 - atualizada 9h11


Pessoas são menos inteligentes quando estão em grupos, diz estudo. Pesquisa mostrou alterações no teste de QI e no mapeamento do cérebro. Autor lembra que decisões sobre política são tomadas em grupo.


O ditado diz que duas cabeças pensam melhor que uma, mas um estudo publicado nesta segunda-feira (23) duvida. Em pequenos grupos, as pessoas tendem a ficar menos inteligentes.

Cientistas da Universidade Virginia Tech, nos EUA, mediram o quociente de inteligência – QI, um método usado para medir a capacidade cognitiva – dos participantes isoladamente e quando eles estavam em pequenos grupos. Na segunda situação, eles se mostraram menos capazes de resolver problemas.

Além do QI, os pesquisadores aplicaram exames de ressonância magnética para visualizar o que acontecia dentro do cérebro das pessoas. Eles perceberam que a interação social provoca “respostas neurais muito fortes”.

“Nosso estudo destaca as consequências inesperadas e dramáticas que mesmo os sinais sociais mais sutis em ambientes de grupo podem ter nas funções cognitivas”, afirmou Kenneth Kishida, autor da pesquisa, em material divulgado pela Virginia Tech.

“Nós precisamos lembrar que a dinâmica social afeta não só os ambientes de educação e de trabalho, mas também os corpos responsáveis pela política nacional e internacional, como o congresso e as Nações Unidas”, ponderou o pesquisador.

O estudo foi publicado pela revista científica “Philosophical Transactions of the Royal Society B”.



quarta-feira, 13 de junho de 2012

REVISTA PERSONA - DICAS DE SEGURANÇA

Na rua

Evite a ação dos marginais, não ostentando correntinhas, relógio, medalhas, braceletes e outras jóias.

Não carregue objetos de valor, grandes quantias em dinheiro ou cartões de crédito se não houver necessidade.

Evite andar por ruas ou praças mal iluminadas.

Separe previamente o dinheiro necessário para pequenas despesas, como café, cigarro, condução, etc.

Se você achar que está sendo seguido, atravesse a rua ou entre em algum estabelecimento movimentado para buscar ajuda.

FONTE PREFEITURA DE CURITIBA


segunda-feira, 11 de junho de 2012

VALE A PENA CONFERIR - BOA SEMANA

Consulte seu horóscopo para a semana de 11 a 17 de junho


Áries
Amor maior que o mundo, capaz de absorver o impacto de maldades das outras pessoas sem reagir com agressividade. Dia de ser superior ao egoísmo dos outros.

Touro
Deixe todo o negativismo de lado e corra atrás do que é seu. Boas coisas podem acontecer quando a gente se concentra na nossa vida e não na dos outros.

Gêmeos
Evite trocar situações muito positivas em erros grosseiros por pura vaidade ou preconceitos. O dia pede mais emoções e menos proselitismo, use o coração.

Câncer
Muito amor para dar e receber em seu coração, mas será preciso tirar os espinhos do seu caminho para que você chegue na plenitude dos seus sentimentos.

Leão
Dia sujeito a objetivos pessoais trancados que devem ser deixados de lado para você poder aproveitar outras coisas mais positivas que o dia pode lhe oferecer.

Virgem
Confusões mentais podem impedir você de ser feliz, coisas boas podem estar acontecendo do seu lado e você travada por inseguranças pessoais, tente reagir.

Libra

Possibilidades de ganhos e vantagens que podem atrair as más línguas, mas que tem tudo para serem positivas para você. Não se incomode com a inveja alheia.

Escorpião
Hoje a paixão fala mais forte e pode ser difícil se segurar pra não dar bandeira. Certas soluções e a felicidade podem estar em coisas muito mais simples.

Sagitário
Disputas por bens materiais podem ser desgastantes, no entanto, o que é seu, é seu, não se recrimine se a sorte lhe sorrir e não sorrir para os outros.

Capricórnio
Mantenha-se firme em seus propósitos, mesmo que isso lhe cause críticas e provocações, respeitar acordos e fazer a coisa certa pode ser mais importante.

Aquário
Possíveis insatisfações com faltas de atenção ou desrespeito aos seus interesses pessoais. Protestos verbais e enfrentamentos tendem a ser prejudiciais.

Peixes
Paixão de causar inveja, dia de boas oportunidades no amor ou nos negócios que irá provocar ciúmes nas pessoas. Não deixe de ser feliz por isso, liberte-se.

ESTILO DE VIDA - PRATIQUE ESPORTES

VIVER SEM COMPANHIA UMA TENDÊNCIA MUNDIAL

Nunca se viu tanta gente optar por viver sozinho

No mundo todo, nunca se viu tanta gente optar por viver sem companhia, por que será que isso acontece?

Rafael Bergamaschi, iG São Paulo / IG 12/02/2012 10:55


“Seres humanos são animais sociais”, cunhou o imperador romano Marco Aurélio no século dois depois de Cristo. De fato, tudo leva a crer que somos mesmo feitos para a vida em grupo. Nossos ancestrais aprenderam desde cedo a buscar nos outros proteção contra predadores, ajuda na hora da caça e parceiros para se reproduzir.

Das cavernas aos kibutz, em família, em grupos, em bandos, as sociedades humanas se organizaram em torno da ideia de que a vida faz sentido se vivemos juntos. Mas será que isso continua válido hoje?

“Nenhuma sociedade na história da humanidade teve uma porcentagem tão grande de pessoas vivendo sozinhas”, explica o sociólogo norte-americano Eric Klinenberg, da Universidade de Nova York.

Nos Estados Unidos, esse movimento pôde ser percebido já na década de 1950. Desde então, o número de pessoas que moram sozinhas vem crescendo exponencialmente. Em 1950 eram 4 milhões, o equivalente a 9% da população adulta. Em 2012 são 31 milhões, o que eleva a porcentagem a 28%.
Longe de se restringir aos EUA, o fenômeno parece ter escala planetária. No Japão, 30% das moradias abrigam pessoas vivendo sem companhia Na Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca, o número chega a 45%.
O Brasil não fica de fora. Por aqui, o número de pessoas que optam pela vida solo triplicou nos últimos 20 anos, passando de 2,4 milhões para 6,9 milhões, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Entender as razões desse fenômeno e o impacto que ele provoca nas várias áreas da nossa vida, é o objetivo de Eric Klinenberg no livro “Going Solo: The Extraordinary Rise and Surprising Appeal of Living Alone” (algo como “Sem companhia: o avanço extraordinário e o surpreendente fascínio de viver sozinho”, em tradução livre), lançado em janeiro deste ano.

Carolina Paz mora sozinha, mas está sempre engajada em atividades coletivas
De acordo com o sociólogo, a primeira conclusão é que esse movimento nunca seria possível sem desenvolvimento econômico.

“Viver sozinho custa caro. Esse é um dos motivos que explica porque os países que têm apresentado aumento mais significativo no número de pessoas vivendo sozinhas são China, Índia e Brasil”, diz o sociólogo.

Outros fatores como o culto do individualismo, a emancipação e a independência financeira das mulheres, o crescimento das cidades, o ‘boom’ da indústria de entretenimento, a sofisticação e a democratização dos meios de comunicação, também não podem ser ignorados.

“Viver sozinho acaba sendo visto como uma forma de usufruir de um leque imenso e sempre renovável de oportunidades criadas pela vida moderna”, diz o sociólogo no seu livro.

A artista plástica Carolina Paz, 36, mora sozinha há quase 18 anos. Para ela, além de poder trabalhar de casa sem dispersões, conta a favor o sentimento de liberdade que a experiência propicia. “Acho incrível (morar sozinha)! Uma das minhas prioridades na vida é ser uma pessoa autônoma”, relata.
Entre os mais de 300 entrevistados pelo sociólogo norte-americano para compor o livro, o argumento em prol da soberania no próprio lar foi um dos mais recorrentes. Ao lado da garantia de liberdade, alinhavaram-se a flexibilidade e a possibilidade de viver as próprias escolhas.
“Viver sozinho permite que você tenha seus próprios horários e isso propicia uma sensação enorme de liberdade”, diz, Klinenberg antes de acrescentar: “você pode acordar quando quer, dormir quando quer... Esse tipo de liberdade pode proporcionar muito prazer quando se vive em uma cidade grande e vivemos guiados por horários e compromissos”.

Vida social é tudo

Para os que acham que morar sozinho é sinônimo de solidão, Klinenberg deixa claro que essa opção por viver sozinho não inclui, necessariamente, o isolamento, muito pelo contrário.
“Uma das descobertas da pesquisa foi que a maior parte dos norte-americanos que vivem sozinhos passa mais tempo com amigos e vizinhos do que pessoas casadas, por exemplo”, garante. “Pessoas que dividem a casa com outras tendem a viver em círculos mais restritos, passam muito tempo com a própria família. Não saem tanto”.

A possibilidade de manter uma vida social ativa é um aspecto primordial dessa experiência de viver só e, nesse sentido, hoje é bem difícil alguém ficar realmente sozinho numa cidade grande, com acesso a internet, banda larga, wifi, Skype, e todo tipo de facilidades para se comunicar instantaneamente com qualquer um em qualquer lugar do planeta, amigos ou desconhecidos.

“A tecnologia nos permite ficar sozinhos em casa e socializar ao mesmo tempo, mantendo-nos conectados de diferentes formas, via Skype, programas de mensagem instantânea, e-mail...”, diz Klinenberg.

Carolina transformou a própria sala em um ateliê particular
Carolina parece concordar. “Sou extremamente sociável. Eu não vivo bem sozinha, preciso muito estar cercada de pessoas”, confessa. Por isso, a rotina da artista plástica é sempre agitada: ela frequenta exposições, trabalha em um ateliê junto com outros artistas e coordena um grupo de estudos em artes visuais.
Nem todo mundo, no entanto, consegue lidar bem com a questão do isolamento no dia a dia. Denise Diniz, psicóloga coordenadora do setor de Gerenciamento de Stress e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo, não só concorda que manter uma vida social ativa é essencial para o bem-estar e não pode ser negligenciada, sobretudo por aqueles que vivem sós, como recomenda um cuidado adicional: 

“Você pode ser proativo em relação ao seu estilo de vida. Se perceber que está ficando deprimido deve ampliar suas redes sociais ou buscar um parceiro afetivo. Morando sozinho ou acompanhado, o homem é um ser social”, diz a psicóloga.


“O mundo não vem a você enquanto você espera sentado em seu apartamento”, corrobora Klinenberg.
E nessa hora, as mulheres aparentemente levam alguma vantagem em relação aos homens. O sociólogo percebeu durante a pesquisa que as mulheres tendem a viver melhor por conta própria do que os homens, justamente por serem seres mais sociáveis.
“Homens têm maior probabilidade de se afastar de amigos e família. Muitos, sobretudo os mais velhos, estão em relacionamentos nos quais as mulheres assumem a maior parte da vida social do casal”, constata.

Tem que ter autoestima

Para Denise, no entanto, é importante que a pessoa olhe para si mesmo antes de tomar a decisão de abandonar os colegas de quarto. “Só você pode determinar se naquele momento está precisando morar sozinho ou viver sob o mesmo teto que outra pessoa”, diz.
Para que dê certo, autoestima é fundamental. “More sozinho ou more com alguém, você tem que se relacionar muito bem com você mesmo”, explica.
Se não estivesse bem consigo mesma, Carolina não conseguiria usufruir da liberdade, “desfrutar da própria companhia”, como diz, e curtir bons momentos em seu universo particular. “Às vezes preciso de 24 horas só minhas. Pego um sábado ou um domingo para ficar trancada em casa fazendo uma maratona de alguma série de TV e comendo brigadeiro de panela”, conta.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

GUIA PRÁTICO - OMELETES

MORAR SOZINHO UMA TENDÊNCIA ENTRE OS EMERGENTES

Brasil desponta em número de 'solitários' entre emergentes

LUÍS GUILHERME BARRUCHO

DA BBC BRASIL, EM SÃO PAULO


Uma das principais economias do mundo emergente, o Brasil também desponta na proporção de pessoas morando sozinhas entre os países em desenvolvimento, tendência já verificada em nações ricas.
Atualmente, segundo o Censo de 2010, divulgado pelo IBGE, quase 7 milhões de lares brasileiros possuem apenas um único ocupante, número a equivalente a 12,2% do total de domicílios ou a 3,7% da população brasileira.
A taxa é maior do que a da China (7%) e a da Índia (3%), apontam dados da consultoria americana Euromonitor, que situa o Brasil com 10,3% do total de domicílios habitados por apenas uma pessoa.
A proporção é levemente inferior à do IBGE (12,2%) por diferenças metodológicas. No entanto, as duas pesquisas confirmam a tendência de aumento.
Comparado ao Censo de 2000, por exemplo, quando o número de "solitários" totalizava 4,1 milhões (ou 9,1% do total de domicílios), houve aumento de 71%. Já em relação aos dados de 1991, o crescimento é ainda maior, de 185%.
"O crescimento no número de pessoas que escolheu morar só pode ser explicado por uma série de fatores, como o aumento da expectativa de vida, que passou de 48 anos, em 1950, para 73 anos, em 2010", afirmou à BBC Brasil José Eustáquio Diniz, demógrafo do Ence-IBGE. Atualmente, a maior parte dos domicílios unipessoais no Brasil continua sendo ocupada por pessoas acima de 60 anos (38,6%).
"Mas não se pode descartar outros fatores, como independência financeira dos jovens e, sobretudo, a emancipação da mulher", acrescentou Diniz.

PODER FEMININO

No Brasil, diferentemente de outros países do mundo, o número de mulheres morando sozinhas ainda não é superior ao dos homens, mas, nos últimos anos, a diferença entre os grupos tem diminuído, apontam dados do Censo. Atualmente, elas contabilizam 3,4 milhões contra 3,6 milhões de "solitários".
Dados do Censo analisados pela BBC Brasil revelam, por exemplo, que o número de mulheres com idades de 25 a 29 anos vivendo sozinhas praticamente dobrou na última década (+85,4%), passando de 91.383 para 169.400.
"Um dos fatores que ajudam a entender esse fenômeno é o crescimento da participação feminina no mercado de trabalho. Em 2003, por exemplo, elas respondiam por 43% da população ocupada. Em 2011, elas já eram 45,4%", disse Diniz.
"Além disso, elas são mais educadas. Recentemente, as mulheres ultrapassaram os homens, pela primeira vez, em número total de doutorados", afirmou ele.

DIVÓRCIO

Outro fator preponderante para o aumento da população vivendo sozinha no Brasil foi, como em outros países do mundo, o crescimento no número de divórcios.
Segundo dados do Registro Civil em 2010, divulgado pelo IBGE, a taxa geral de divórcio atingiu naquele ano o seu maior valor, 1,8% (ou seja, 1,8 divórcios para cada 1000 pessoas de 20 anos ou mais) desde o início da série histórica em 1984. No total, foram 243.224 divórcios.
"Os estudos mostram que, ao se separarem de seus parceiros, homens e mulheres dificilmente se casam novamente, e escolhem morar sozinhos por conveniência", disse à BBC Brasil Eric Klinenberg, professor de sociologia da Universidade de Nova York (NYU), nos Estados Unidos.
Em 2010, por exemplo, o número de homens entre 50 e 54 anos morando sozinho era de 355.962 e o de mulheres, 288.988, altas de 106,8% e 93,5% em relação a 2000.

IMPACTO

O mercado imobiliário brasileiro foi um dos que sentiu o efeito dessa transição demográfica. Com mais pessoas morando sozinhas, o número de apartamentos de 1 dormitório explodiu.
Em São Paulo, de acordo com dados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foram lançados 6.577 novos apartamentos de 1 dormitório na cidade de São Paulo em 2011, contra apenas 1,141 em 2004, um aumento de 476%. 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

SOPAS E MAIS SOPAS

JUNHO É MÊS DE INVERNO , FESTAS E ALEGRIA...

No mês de junho é comemorado as Festas Juninas. Como junho é um mês de muito frio, nestas festas são encontrados alguns elementos com o intuito de aquecer as pessoas, como a fogueira, comidas e bebidas quentes, como quentão, vinho quente, canjica, milho cozido, arroz doce, broa de fubá e de milho. 

Tudo indica que a festa junina foi trazida pelos portugueses no período colonial. 

Esta grande festa começa no dia 13/06 e termina dia 29/06. Entre estes dias são comemorados os dias de Santo Antonio (13/06), São João (23 e 24/06), e São Pedro (29/06). O principal Santo homenageado desta festa é São João. 

Em cada região do Brasil, a festa junina tem uma característica e um costume diferente. Mas alguns costumes estão sempre presentes nestas festas, seja qual for a região, que são as bandeirinhas, as quadrilhas e comidas típicas.

A REDAÇÃO PERSONA

VALE A PENA CONFERIR - BOA SEMANA

Consulte o horóscopo da semana de 4 a 10 de junho



Por Redação Yahoo! Brasil | Yahoo! Brasil – 3 horas atrás
Pressões no relacionamento, necessidade de trabalhar as suas emoções para poder conviver melhor com a pessoa amada, pense menos em você e mais no casal.


Dia de competições acirradas com pessoas que estão dispostas a quase tudo para vencer, evite entrar em conflitos que possam se tornar grandes inimizades.



Arranje um bom lugar na plateia e não se estresse com os desatinos das outras pessoas. Dia de observar como as pessoas são quando as dificuldades aparecem.

Confusão interior, vai ser preciso muita paciência para não brigar por qualquer motivo. Procure pelo apoio de pessoas que possam ajudar a diminuir a tensão.



Dia de se controlar diante de provocações pessoais para não dar margem para futuras encrencas nos próximos dias. Melhor pedir a alguém que a represente.



Clima pesado nos relacionamentos do dia, procure não implicar com coisas pequenas, afaste-se de confusões ou pessoas nervosas que podem descontar em você.



Conflito de interesses, a necessidade de se sentir mais livre e a dependência emocional das pessoas agindo ao mesmo tempo irão mexer com as suas emoções.



Descaso com os interesses ou sentimentos dos outros pode causar ciúmes e enfrentamentos, vá com mais calma e observe melhor se você não está ferindo alguém.



Desejos de liberdade podem ser bem maiores e mais arraigados em você do que o poder das outras pessoas em querer lhe dominar, dia de defender sua autonomia.



Boas possibilidades de passar por desentendimentos com pessoas que pensam diferente de você e que desejam mudanças no relacionamento existente entre vocês.



Dificuldades em atender a todas as exigências do seu amor, talvez seja a hora de você se tornar um pouco mais independente para não ser tão pressionada.



Pressões no relacionamento, evite deixar que jogos de poder ou interesses muito divergentes comprometam o bom entendimento entre você e a pessoa amada.

BUENOS AIRES NO CORPUS CHRISTI COM A EXTREME TOURS

VIDA SAUDÁVEL PARA OS IDOSOS

'Viver sozinho na terceira idade é para quem pode', diz médico 

Geriatra entende que manter-se em atividade é a principal receita para que o idoso tenha uma vida saudável 


Grande maioria das pessoas envelhece capaz de administrar a própria vida, apesar das doenças que acompanham a idade (Marcello Casal Jr/ABr)
São Paulo – O Brasil caminha a passos largos para ter uma das maiores populações idosas do planeta. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), nos próximos 13 anos o país ocupará o sexto lugar no ranking daqueles com maior número de idosos. Hoje, 10% da população brasileira, cerca de 15 milhões de pessoas, tem mais de 60 anos.
Em dez anos, esse número vai dobrar. Segundo o geriatra Luiz Roberto Ramos, após os 60 anos a maioria das pessoas terá ao menos uma doença crônica e o que vai determinar a saúde nessa faixa etária é a capacidade de o idoso ter uma vida autônoma.
Ramos, que é diretor do Centro de Estudos do Envelhecimento da Escola Paulista de Medicina e coordena o Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ressalta que o país precisa se preparar para cuidar da saúde de seus idosos, inclusive formando mais médicos especializados. A entrevista foi concedida à repórter Marilu Cabañas, da Rádio Brasil Atual.  

Como o senhor analisa o rápido crescimento da população idosa no Brasil?
O que está ocorrendo no Brasil não é só um envelhecimento populacional nos moldes do que foi observado em outros países anteriormente, mas é um processo muito mais acelerado por conta do fato de que o Brasil está envelhecendo já com algumas questões bastante resolvidas, como anticoncepção, porque para uma população envelhecer precisa cair a fecundidade dessa população.
O Brasil está envelhecendo, porque não só o brasileiro está vivendo mais, mas as mulheres estão tendo menos filhos. Na medida em que entram menos crianças na população, começam a sobressair os idosos. Esse é o processo de envelhecimento. Na época em que a Europa envelheceu a gente não tinha mecanismos de controle da natalidade, a coisa era feita mais na base do calendário e, mesmo assim, houve envelhecimento.
No Brasil, quando isso acontece, no final da década de 70, começa a cair a fecundidade já com os métodos anticoncepcionais bastante desenvolvidos. Foi uma queda muito mais rápida e muito mais intensa fazendo com que esse processo todo no Brasil fosse bastante encurtado. Nós estamos envelhecendo na metade do tempo que a Europa envelheceu.

Qual é a idade média do idoso brasileiro?
A idade média do brasileiro hoje está em 75 anos. As mulheres vivem sempre um pouco mais que a média, os homens sempre um pouco menos. Podemos dizer que o brasileiro ganhou nos últimos 50 anos quase 30 anos a mais de vida. Essa é uma equação complicada, porque mexe com o planejamento de vida das pessoas. Em pouco tempo, as pessoas passam a administrar 20, 30 anos a mais de vida e isso tem uma série de implicações até para o sistema da Previdência Social. 
           
Quem é o idoso brasileiro? Como identificar essa população?
Do ponto de vista demográfico, chamamos de idosas as pessoas com mais de 60 anos. Alguns países da Europa mais desenvolvidos identificam o idoso com mais de 65 anos. Na Escandinávia, por exemplo, um idoso é um individuo com mais de 70 anos, porque muitas pessoas atingem essa idade em boas condições de saúde, fazendo com que as peculiaridades da velhice fiquem sendo empurradas para frente.

Então o parâmetro nesse caso é a saúde?
O parâmetro é a conservação das pessoas. Em países como a Suécia eles estão preocupados com a população com mais de 70 anos, embora você possa dizer que uma pessoa com mais de 60 é idosa. Eles identificam a população de atenção com mais de 70 anos. No Brasil, a gente ainda trabalha com a noção de que idosos são os indivíduos que têm mais de 60 anos e que hoje representam cerca de 10% da população, ou seja, 15 milhões de pessoas.
O que nos preocupa é que em menos de 10 anos essa população vai dobrar e nós vamos ter 30 e tantos milhões de idosos no Brasil. Aí sim, vai ser uma população grande, uma das maiores do planeta, e que vai ter que ser cuidada.

Quais são os estigmas relacionados aos “velhos”?
O único jeito de você não ficar velho é morrer cedo, então essa inevitabilidade tem um lado positivo. Os brasileiros estão vivendo mais, mas todo mundo recusa um pouco a ideia de envelhecer porque associa envelhecimento com decrepitude, no sentido das pessoas ficarem fragilizadas e principalmente se tornarem velhos dependentes e incapazes de tocar a sua própria vida.
Algumas pessoas vão envelhecer com perda funcional e consequentemente vão se tornar dependentes no dia a dia, mas elas são a minoria. A grande maioria das pessoas envelhece capaz de administrar a própria vida. No entanto, a gente tem que ter presente que a ocorrência de doenças crônicas é quase que inevitável ou seja, após os 60 anos a grande maioria das pessoas vai ter pelo menos uma doença crônica, seja pressão alta, diabete, catarata, um problema cardíaco.
Mas isso não quer dizer que ela vai ser uma pessoa limitada, dependente. Significa sim, que ela vai ter que administrar diariamente uma ou mais doenças crônicas que são inevitavelmente desenvolvidas na medida que os anos passam. O que é evitável é o individuo perder função, perder capacidade de tocar a vida de forma independente.
Esse é o foco principal das pesquisas que a gente realizou durante todos esses anos, ou seja, saúde na velhice é a manutenção da função suficiente para o individuo ter uma vida independente, autônoma. Esse é o novo conceito de saúde.

Aquele idoso que vive sozinho, que se vira sozinho.
Ele é capaz de viver sozinho porque ele consegue realizar as atividades que todo mundo faz, como se vestir, tomar banho, comer, fazer compras, cuidar das finanças, enfim, manter a sua casa e a sua família sem precisar de ajuda específica de ninguém. Esse indivíduo pode ter várias doenças. Tenho uma conhecida, a dona Clemência, que tem 90 anos e mora sozinha. Toma seus remédios, mas não depende da família para a própria sobrevivência.
Eu costumo dizer que viver sozinho na velhice, não é para quem quer, é para quem pode. É uma conquista você poder depois de uma certa idade, ter capacidade funcional suficiente para viver sozinho. Dá para você ser saudável na velhice e, ao mesmo tempo, tomar remédio para pressão, diabete, e isso não comprometer a sua saúde global.

Qual a receita para um envelhecimento saudável?
Primeiro, se manter ativo é uma grande ajuda para todas as pessoas depois da suposta idade da aposentadoria. A outra coisa é o próprio “viver sozinho” que estimula o indivíduo a se manter independente e capaz de realizar tudo que ele precisa durante o dia. E terceiro, ter claro o benefício de fazer atividade física. Um bom exemplo de manter a saúde funcional é permanecer ativo do ponto de vista laboral e do ponto de vista físico e mental.

O mercado de trabalho no Brasil está aberto à terceira idade?
Ainda não da mesma forma que se observa na Europa, onde já existem políticas bastante explícitas de recontratação e pessoas aposentadas podem ter determinadas funções que não demandam muita agilidade física, mas demandam comprometimento. É um mercado que se abre para idosos.
No Brasil, algumas áreas já identificam nos idosos pessoas mais confiáveis, com responsabilidade maior nas suas funções e que, portanto, atrairiam contratações apesar da idade e do fato de já serem aposentados em outras funções. Mas acho que é uma coisa que o Brasil vai precisar desenvolver mais. É um campo de trabalho para pessoas que já se aposentaram em alguma função e que ainda tem condições físicas e mentais de servir a sociedade.

Quais são os direitos dos idosos no Brasil?
Existe um Estatuto do Idoso bastante desenvolvido, com uma série de direitos nem sempre acessíveis a todos, pelo menos no momento. Nós vivemos num país com problemas econômicos, desemprego. Nessa disputa é óbvio que os idosos que necessitem de uma atividade laboral para fins econômicos certamente vão ter alguns problemas, porque esse mercado não está desenvolvido.
Agora, a própria necessidade de precisar trabalhar nessas idades já coloca esses indivíduos em uma situação de mais risco, porque eles certamente vêm de uma situação carente já de mais tempo. Mas o ideal é que as pessoas se mantenham ativas, sem a premência econômica, ou seja, terem uma aposentadoria mínima para poderem viver e trabalhar para melhorar essa situação e não como única alternativa.